Em tempos de pandemia, sessão de Netflix virou função fisiológica. Mas acesse a primeira página da plataforma de streaming e parece que tudo o que tem lá é série da Netflix, Gente Grande, stand-up brasileiro e mais série da Netflix. Por isso, neste episódio, resolvemos ir atrás de filmes por trás da cortina dos algoritmos: de obras consagradas a pérolas ignoradas. As regras: gêneros diferentes, filme bom, mas acima de tudo, trilha ótima.
Por quase 4 décadas, ele foi o favorito de alguns dos cineastas mais importantes do cinema. E também dos não tão importantes. Mas nunca deixou de entregar uma melodia que grudasse na memória ou um clima para qualquer filme chamar de seu. O membro homenageado neste episódio da Sociedade dos Compositores Mortos é o Senhor Romance, Georges Delerue. Pegue seus bombons de chocolate que o show vai começar.
Apesar de trilha e música serem substantivos femininos, o mundo da música nos filmes é um Clube do Bolinha. Mas grandes compositoras existem em várias partes do mundo desde o início do cinema. No episódio desta semana, Gustavo e Maurício falam um pouco sobre essas compositoras incríveis e suas trilhas maravilhosas –– uma história, com frequência, de muito talento, pouco reconhecimento, e excelente música.
Eles não só começaram na mesma época como fizeram época com trilhas inesquecíveis. Mas enquanto um teve a sorte de parcerias de ouro pelo resto da vida, o outro teve que se virar com qualquer negócio.
Neste episódio feito com carinho, Gustavo e Maurício passeiam pela carreira de John Williams e as trilhas que Jerry Goldsmith fez na sua cola. Quando chovia Superman para o John, caia Supergirl no colo do Jerry. O John fazia Indiana Jones para a Lucasfilm, o Jerry encarava As Minas do Rei Salomão na Cannon.
John pode ser o primo rico dessa história, mas o talento de Jerry é coisa fina até quando o filme é uma indigência.
No capítulo 1 do nosso episódio sobre Temas de TV batemos um papo sobre alguns de nossos temas de séries de TV preferidos, com o astro especialmente convidado Nilson Xavier . A única regra: ficaram de fora animações e canções, só valiam temas instrumentais. Mesmo assim foi duro de escolher.
As séries que escolhemos vão de 1959 à 1993:
– Além da Imaginação (1959) – Marius Constant
– Jeannie é um Gênio (1965) – Hugo Montenegro
– Agente 86 (1965) – Irving Szathmary
– O túnel do tempo (1966) – John Williams
– Missão: Impossível (1966) – Lalo Schifrin
– Hawaii 5-0 (1968) – Morton Stevens
– Vale dos gigantes (1968) – John Williams
– Os Waltons (1972) – Jerry Goldsmith
– O prisioneiro (1967) – Ron Grainer
– S.W.A.T. (1976) – Barry De Vorzon
– Plantão de polícia (1979) – Jorge Ben
– Police Squad! (1982) – Ira Newborn
– O tempo e o vento (1985) – Antonio Carlos Jobim
– North and south (1985) – Bill Conti
– Twin Peaks (1990) – Angelo Badalamenti
– Arquivo X (1993) – Mark Snow
Agora, na segunda e última parte, Gustavo, Maurício e o astro especialmente convidado Nilson Xavier conversam sobre mais alguns de seus favoritos, que incluem grandes sucessos e algumas jóias a serem descobertas. Não mude o canal. Voltamos após o play.
A playlist do episódio, como sempre, já está no Spotify.
Bom podcast!
Gravado em 28/03/2020.
Obs: link para o episódio do podcast mencionado nas recomendações, sobre Três Homens em Conflito, Settling the Score.
Nestes tempos de quarentena, as série de TV estão mais necessárias do que nunca, e parte integral de uma série é seu tema musical.
E quem não tem um tema de série de TV preferido?
Para discutir este assunto tão divertido, Gustavo e Maurício convidaram ninguém menos que o especialista em teledramaturgia Nilson Xavier, e o trio escolheu seus temas de séries favoritos. Para facilitar, decidimos deixar de fora séries de animação ou canções-tema, deixamos apenas temas instrumentais, e mesmo assim foram feitas várias “escolhas de Sofia”. O papo rendeu tanto que semana que vem tem o capítulo 2.
Spoiler: a memória afetiva pesou bastante nas escolhas.
Como sempre, a playlist do episódio já está no Spotify.
Agora que o mundo entrou em pausa, aproveitamos para revisitar um dos compositores mais influentes do cinema.
Você pode ter estado em quarentena desde o cinema a vapor, mas com certeza ouviu algum dos temas de Henry Mancini (1924-1994).
Estreando a série Sociedade dos Compositores Mortos, Gustavo e Mauricio conversam sobre uma obra cheia de surpresas, charadas, elefantinhos, panteras cor-de-rosa, e bonequinhas de luxo.
Neste episódio, um exame da música nos filmes do Terrence Malick (05:22), o terror dos compositores, até chegar à trilha de Uma Vida Oculta (A Hidden Life), o seu último filme. (18:30)
Depois, falamos sobre os pontos altos da carreira do seu compositor, o veterano James Newton Howard. (47:30)
Ao final, deixamos recomendações para as trilhas de O Chamado Selvagem e do filme independente The Last Black Man in San Francisco. (01:30:32)
Neste episódio, uma conversa sobre a música de Joias Brutas (15:25), dos outros filmes dos Irmãos Safdie e da parceria deles com o compositor Daniel Lopatin. Participações especiais de Blade Runner, Akira e Haydn.
Depois, Gustavo e Mauricio fazem um tour por dez trilhas eletrônicas de cinema que merecem sua atenção. (46:10)
No final, uma continuação não-autorizada dos injustiçados do Oscar. (01:23:14)
Bom podcast!
Notas da trilha:
no filme: ***** (Gustavo) / ***** (Maurício)
no Spotify: *** 1/2 (Gustavo) / **** (Maurício)
Como sempre, a playlist do episódio já está no Spotify.